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domingo, 22 de junho de 2008

Princípios Éticos Orientadores da Investigação

Durante o Processo de Investigação, esta deverá ser norteada por alguns princípios éticos, dos quais se apresentam alguns, como os seguintes:
  • Observância dos protocolos vigentes;
  • Envolvimentos de todos os participantes na Investigação;
  • Negociação com todos aqueles que possam ser afectados pela Investigação;
  • Divulgação dos progressos da Investigação;
  • Obtenção de autorizações explícitas, incluindo a autorização para utilizar citações;
  • Negociação de job description e das condições de trabalho de todas as pessoas envolvidas na Investigação;
  • Negociação da participação, na Investigação, de pessoas com pontos de vista diferentes dos do investigador;
  • Negociação da periodicidade e do nível de divulgação dos resultados da Investigação;
  • Aceitação, pelo investigador, de responsabilidade pela manutenção da confidencialidade;
  • Manutenção do direito de divulgação do estudo/investigação;
  • Divulgação dos princípios orientadores dos procedimentos a efectuar durante a Investigação.
Adaptado de:
"Questões Éticas em Investigação Educacional", de Margarida Isabel de Jesus Costa (DEFCUL - Metodologia de Investigação I - Ano Lectivo 2004/2005)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Fontes dos Problemas Éticos em Investigação

Cada etapa do Processo de Investigação pode constituir-se numa fonte potencial de problemas éticos, que podem resultar:
  • Da própria natureza do Projecto de Investigação;
  • Do contexto da Investigação;
  • Dos procedimentos a adoptar;
  • Dos métodos de recolha de dados;
  • Da natureza dos dados recolhidos;
  • Do tipo de participantes;
  • Da aplicação a dar aos dados.
Adaptado de:
"Questões Éticas em Investigação Educacional", de Margarida Isabel de Jesus Costa (DEFCUL - Metodologia de Investigação I - Ano Lectivo 2004/2005)

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Validade e fiabilidade dum Investigação

Na sequência dum desafio lançado pela Professora Luísa Aires, para que dissertássemos um pouco sobre a "validade e a fiabilidade" duma Investigação, diríamos o seguinte.

Recorrendo apenas à nossa percepção sobre o assunto, face àquilo que temos vindo a aprender nesta Unidade Curricular, ao longo do semestre, diríamos que são aspectos como estes ("validade" e "fiabilidade") que "obrigam" à adopção duma Metodologia de Investigação... a qual, por sua vez, "obriga" a que os instrumentos de recolha de dados sejam "validados" a priori, que os dados recolhidos sejam validados como "bons" para análise e que, após a análise, os resultados daí decorrentes sejam validados como sendo os correctos, face àquilo que se analisou.

Só com uma Metodologia de Investigação (que como vimos pode ser qualitativa, quantitativa ou mista) e com sucessivas "validações" ao longo do Processo de Investigação, estarão criadas as condições para, no final desse processo, se poder afirmar, com segurança, que os instrumentos utilizados na recolha de dados, a análise desses dados e os resultados obtidos, são válidos, tornando a investigação fiável, no sentido da credibilidade que este processo deve ter para "garantir" que a investigação tem condições para atingir as suas finalidades e cumprir os seus objectivos.

A Metodologia da Investigação inclui, entre outros, estes três aspectos que referi, os quais, não sendo exclusivamente importantes, são marcos determinantes em qualquer Processo de Investigação. Como já vimos ao longo dos vários debates nesta Unidade Curricular, a não observação da Metodologia poderá "corromper" a Investigação, levando a que esta siga um percurso que não é adequado, correcto e que até pode ser enganoso.

A Metodologia da Investigação serve para que a Investigação possa atingir os seus objectivos, auxiliando o investigador nessa "cruzada", mas também serve para defender o investigador de "vícios de forma", de "tentações", de "subjectividades", enfim, dum conjunto de aspectos que, sem método, poderiam deturpar, "inquinar" ou tornar o investigador refém de si próprio e tornar a Investigação inconsequente por meras questões de erro(s) de processo.

Assim, definidas as áreas geral e específica(s) a investigar, o tipo de investigação a efectuar, os seus objectivos, as hipóteses gerais e operacionais ou as questões investigativas, o investigador deverá proceder à definição e caracterização da metodologia da investigação, já que é através do método que venha a ser seleccionado, implementado e operacionalizado que o plano de investigação se transforma em projecto de investigação e que se criam as condições para que o investigador possa controlar a investigação e tudo o que lhe diz respeito, contribuindo para que, momento a momento, tudo o que é feito e tudo o que é obtido, possa ser considerado como válido e, logo, credível.

A fiabilidade resulta dessa credibilidade... só podemos "fiar-nos" na investigação se soubermos que ela é credível... e ela só será credível se tiver "passado nos testes de validade"... a validade que lhe é garantida pelas sucessivas validações, ao longo das várias etapas da investigação (em particular das etapas mais "marcantes"), mas também pela observância do método de investigação escolhido, que funciona como um referencial, umaa matriz e um "checklist", assegurando que tudo o que tem de ser feito é "bem" feito, quer na oportunidade (momento certo), quer no modo, quer na finalidade.

Editado para acrescentar:

A validade e a fiabilidade duma Investigação contribuem para a integridade dessa mesma Investigação.

"To maintain the integrity of research, educational researchers should warrant their research conclusions adequately in a way consistent with the standards of their own theoretical and methodological perspectives. They should keep themselves well informed in both their own and competing paradigms where those are relevant to their research, and they should continually evaluate the criteria of adequacy by which research is judged." (American Educational Research Association)

http://www.aera.net/AboutAERA/Default.aspx?menu_id=90&id=173

Coerência e consistência duma Investigação

Estes são dois aspectos muito importantes para assegurar que a Investigação tem "condições" para poder cumprir os seus objectivos.

A "coerência" do Processo de Investigação tem a ver com a ligação e articulação entre as suas fases. Já a "consistência" tem, sobretudo, a ver com a validade e a "força", quer dos métodos e técnicas utilizados, quer dos resultados e conclusões obtidos nesse Processo de Investigação.

A primeira ("coerência") é ditada, sobretudo, pela "sintonia" entre a natureza da Investigação e a Metodologia de Investigação adoptada (na qual se incluem, obviamente, fases como a recolha e a análise dos dados).

Já a segunda ("consistência") é conseguida, sobretudo, pela selecção e adequação dos "melhores" métodos e técnicas (quer de recolha de dados, quer de análise desses mesmos dados), em termos da sua validade e da "força" que conferem aos resultados obtidos e às conclusões daí decorrentes, contribuindo, em última instância, para a validade, credibilidade e fiabilidade de todo o Processo de Investigação, como um todo.

domingo, 25 de maio de 2008

Análise Quantitativa de Dados

No processo de investigação, passada a fase de recolha de dados há que analisar esses mesmos dados, com vista à obtenção de resultados que possam contribuir para os objectivos da investigação.

A análise desses dados, tal como se referiu no post anterior pode ser quantitativa ou qualitativa. Neste post iremos focar-nos sobre a análise quantitativa de dados.

Em análise quantitativa, os dados podem ser do tipo estatístico (dados representados sob a forma numérica, dizendo respeito a uma amostra concreta) ou paramétrico (dados generalizáveis, por estatística inferencial, à população que inclui a amostra).

A análise quantitativa de dados pode incidir sobre dados de natureza quantitativa ou qualitativa. Isto corresponde a analisar variáveis de natureza quantitativa (características mensuráveis, passíveis de ser expressas em valores numéricos, reportados a uma unidade de medida ou a uma relação de ordem) ou qualitativa (atributos ou categorias descrevendo sujeitos e situações, podendo ser de natureza dicotómica ou politómica).

A atribuição de valores às variáveis ou características em análise, faz-se recorrendo a uma escala de medida, que poderá ser nominal (para atributos qualitativos), ordinal (traduzindo gradientes de intensidade, relativamente a variáveis de natureza qualitativa), intervalar (adequadas a variáveis quantitativas, mas sem zero absoluto) ou de razão/proporcional (adequadas a variáveis quantitativas, mas com zero absoluto).

Em análise quantitativa de dados, o tipo de dados condiciona os testes estatísticos a adoptar. Neste aspecto particular, amostras de reduzida dimensão tornam alguns desses testes desadequados ou mesmo de impossível aplicação.

Tendo em conta o que se referiu relativamente à escala de medida, apenas as escalas intervalar e de razão/proporcional, por serem adequadas a variáveis quantitativas, permitem operações matemáticas no interior da escala (adição e subtracção na escala intervalar; adição, subtracção, multiplicação e divisão na escala de razão/proporcional).

Tal como vimos relativamente ao tipo de dados passíveis de análise quantitativa, esta pode recorrer à estatística descritiva e/ou à estatística inferencial.

Recorre-se à estatística descritiva para descrever (de modo numérico e/ou gráfico) e organizar os dados. Por outro lado, recorre-se à estatística inferencial para procurar relações entre os dados analisados e/ou verificar hipóteses previamente colocadas, ou ainda a estimar parâmetros da população a partir dos dados da amostra.

A estatística inferencial pode socorrer-se de técnicas paramétricas (exigindo determinadas condições, como, por exemplo, escala intervalar, curva de distribuição normal, amostra não inferior a 30 elementos e uma dispersão em subgrupos com variância semelhante) ou não paramétricas (não exigindo condições especiais), sendo que as primeiras, pelo facto de exigirem determinadas condições, são mais fiáveis, dotando, por isso, os testes de maior potência.

Na prática, as técnicas de estatística descritiva podem criar as condições para que o investigador recorra às técnicas de estatística inferencial.

Na sequência da análise exploratória dos dados, com recurso a técnicas de estatística descritiva, poderão surgir condições para, no processo de investigação, se utilizarem técnicas de estatística inferencial, com o objectivo de explorar as possíveis hipóteses de relações entre os dados obtidos, mesmo que essas relações não tenham sido consideradas a priori como hipóteses de investigação (como acontece no caso de investigações exploratórias, que, normalmente, utilizam abordagens do tipo indutivo).

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Guião das Fases e Etapas dum Projecto de Investigação

A nossa Equipa completou hoje, com a colocação para debate (em fórum alargado da Turma), o Guião das Fases e Etapas a que deverá obedecer um Projecto de Investigação, em geral.

Dentro da duração dum Projecto de Investigação, foi possível apurar a existência de 4 (quatro) fases distintas e sequenciadas, pela ordem que a seguir se indica: Fase de Ruptura, Fase de Construção, Fase de Verificação e Fase de Validação.

Cada uma destas quatro Fases, engloba um conjunto de Etapas que contribui para a finalidade da respectiva Fase, mas que são suficientemente diferenciadas entre si para poderem ser consideradas de forma individualizada.

Optámos ainda por fazer referência a Fases de Follow-Up, correspondentes a Fases que se verificam após a conclusão do Projecto de Investigação inicial. Essas fases têm a ver com a Avaliação do Projecto de Investigação, tal como em qualquer tipo de projecto, bem como com a possibilidade de aplicar e/ou generalizar os resultados e conclusões obtidos no Projecto de Investigação.

Não temos a pretensão de que a nossa seja a solução certa, pois (e julgo veicular o sentimento da Equipa) se existe área onde não há certezas absolutas, é na área da Investigação. Mas a solução a que chegámos em termos de Guião para as Fases e Etapas dum Projecto de Investigação satisfez-nos a todos, quer porque nos revemos naquela estrutura e sequência, quer porque ela representa o resultado duma consolidação de conhecimentos, resultante da auto-aprendizagem, da pesquisa, do debate e da construção colaborativa que se verificou na Equipa, tornando fácil o consenso, pela convergência de ideias e opiniões.

Mas, mais importante que tudo isto, é a percepção do quão complexo é qualquer Projecto de Investigação e da exigência que qualquer projecto desta natureza tem, em termos de preparação e planeamento, para que a Investigação propriamente dita possa decorrer sem incidentes e indo ao encontro dos objectivos do projecto.

Esta complexidade só pode ser superada com sucesso, desde que as Fases de Ruptura e de Construção decorram com normalidade e cumprindo as finalidades respectivas, já que, se assim não for, a Fase de Verificação estará, desde logo, condenada ao insucesso.

É importante ter a noção que um Projecto de Investigação, independentemente dos seus objectivos, é um projecto onde as várias fases se encadeiam de modo sucessivo e onde a entrada na fase seguinte pressupõe o sucesso das fases anteriores.

Esta actividade, no âmbito da Temática 1 "O Processo de Investigação", serviu como uma introdução àquele que é um dos grandes objectivos da Unidade Curricular: a aquisição de competências em termos do desenho dum Projecto de Investigação. Pelo estudo que exigiu, penso que cumpriu plenamente a sua finalidade.

Segue-se agora a fase de debate, a qual permitirá, decerto, novos desenvolvimentos construtivos a este respeito.

Balanço da semana: 30 Mar 2008 - 06 Abr 2008

Chegada a hora de mais um balanço semanal, há que dizer que ele é bastante positivo. Esta foi a semana em que se passou do trabalho individual ao trabalho em grupo, ainda no contexto da Temática 1 "O Processo de Investigação".

A actividade da semana, que culmina hoje (segunda-feira, 07 Abr 2008) com a apresentação da proposta, do Grupo de Trabalho, de um possível Guião relativo às etapas de um Projecto de Investigação, continuou a exigir estudo e pesquisa individual, de forma a poder dar resposta ao desenvolvimento da actividade.

Esse estudo e pesquisa incidiu, obviamente, sobre esta Temática, reflectida nos posts efectuados ao longo da semana relativamente a assuntos como as fases do processo de investigação, a revisão bibliográfica, a metodologia básica em Educação, os objectivos da Investigação Educacional, a estrutura da investigação, entre outros.

O estudo e a abordagem destes assuntos, a par da análise e comparação entre as perspectivas de diversos autores, permitiram que se começasse a configurar um esboço de uma possível estrutura para um Projecto de Investigação, em termos das suas Fases e Etapas.

Esse esboço inicial, que se encontra aqui, em consequência da interacção e inputs dos restantes colegas do Grupo de Trabalho, sofreu alguns ajustamentos, encontrando-se já numa fase final de arranjo.

As maiores dificuldades sentidas durante a semana de trabalho nesta Unidade Curricular, estiveram relacionadas com a necessidade de, face às várias e diferentes abordagens de vários autores sobre esta temática, se chegar a um design das Fases dum Projecto de Investigação no qual o Grupo de Trabalho, como um todo, e cada um dos seus elementos, se revissem, dado que a opção foi a de se chegar a uma solução do Grupo, em vez de se optar pela posição deste ou daquele autor.

Pessoalmente, penso que o resultado a que se está a chegar, em termos de Guião, corresponde, na íntegra, àquilo que devem ser as fases (e respectiva sequência) dum Projecto de Investigação.

Independentemente da solução final do Grupo de Trabalho para o Guião, esta actividade contribuíu claramente para a obtenção de novos conhecimentos sobre o Processo de Investigação, bem como para o esclarecimento de dúvidas e consolidação de aspectos que haviam, entretanto, sido adquiridos durante a fase de estudo e pesquisa individual que ocorreu anteriormente.

Em termos de perspectivas para a semana que agora se inicia, tenho a certeza que, do debate e da comparação dos vários guiões que os grupos de trabalho da Turma elaboraram, irão sobressair mais aspectos interessantes, que permitirão a reformulação/ajustamento das propostas que agora se encontram em fase de finalização para apresentação e debate.

Será também interessante observar como os vários grupos de trabalho abordaram esta actividade, tendo os mesmos objectivos e dispondo dos mesmos recursos. Decerto iremos ter diferentes versões de guiões, mas não tenho dúvidas que, em essência, a "grande" estrutura relativamente às Fases/Etapas dum Projecto de Investigação não irá apresentar diferenças de vulto, na medida em que a sua sequência é lógica, apesar de alguns dos seus elementos poderem variar em função da natureza do projecto e, eventualmente, da metodologia de investigação utilizada.

Aguardo, pois, esta próxima semana com expectativa, até porque, como já referi, penso que será na fase do debate alargado, que poderemos consolidar aquilo que há a consolidar e alterar/ajustar aquilo que há a alterar/ajustar, em termos dos conhecimentos entretanto adquiridos, fruto da auto-aprendizagem e da aprendizagem colaborativa, relativamente a esta temática sobre o Processo de Investigação.

Votos de uma boa semana!

sábado, 5 de abril de 2008

A Estrutura da Investigação

A maior parte dos Projectos de Investigação tem uma estrutura global semelhante.

O Processo de Investigação, normalmente, inicia-se pela definição da área geral de interesse, materializada pelo problema que o investigador pretende estudar.

Mas, para que o estudo seja possível, há que restringir o âmbito da análise, formulando uma questão que possa ser razoavelmente estudada num Projecto de Investigação. Isto implica a formulação de uma hipótese ou de uma questão nuclear.

Em seguida, o investigador passa à operacionalização do projecto, a que se segue a observação e análise dos dados, os quais, após interpretados, permitem a obtenção de conclusões.

Com base nas conclusões do Projecto de Investigação, poderá ser possível generalizar ou até passar à sua aplicação na realidade.

Os principais elementos dum estudo causal são os seguintes:
  • O problema a investigar;
  • A questão à qual há que dar resposta;
  • O programa (causa);
  • As unidades;
  • Os resultados (efeito);
  • O desenho do estudo.
Adaptado de:
Structure of Research, In Social Research Methods: Knowledge Database

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Revisão Bibliográfica em Projectos de Investigação

A revisão bibliográfica, apesar de não constar como etapa na grande maioria dos esquemas que ilustram o modo como um projecto de investigação se estrutura e sequencia, é um procedimento importante na fase inicial da elaboração de qualquer processo de investigação.

A revisão bibliográfica tem os seguintes objectivos:
  • Averiguar se já existem respostas, publicadas, às questões colocadas para investigação, a fim de se decidir sobre a pertinência de repetir (ou não) uma investigação com objectivos idênticos;
  • Averiguar quais os métodos utilizados em investigações similares, de forma a decidir qual o melhor método a utilizar;
  • Diferenciar quais serão as variáveis de exposição, as variáveis de resposta e as variáveis interferentes (que deverão ser identificadas logo no início do estudo através do que já é sabido sobre o assunto). Isto possibilitará fazer um adequado desenho do estudo, de forma a controlar estas variáveis, evitando que as mesmas causem "ruído" sobre os resultados.

A revisão bibliográfica deverá ser efectuada, em primeiro lugar, nos livros de texto e tratados, de forma a enquadrar o melhor possível o problema a investigar. Mas é também obrigatório ler aquilo que há de mais actual sobre o assunto, o que só se encontra em revistas periódicas ou através da consulta de teses de doutoramento ou dissertações de mestrado, quer através da Internet, quer em bibliotecas. Contudo, nesta pesquisa há que ser criterioso, a fim de que não haja dispersão.

O website Revisão Bibliográfica serviu de referência a este post e, dada a sua relevância para a temática em estudo, foi adicionada aos recursos deste webfolio, na secção "Documentos vários no contexto da Investigação Educacional".